Rudimentos
É extremamente importante que o baterista tenha completo domínio sobre as duas mãos, não importando se ele é canhoto ou destro. É o que chamamos de ambidestro. Além disso, do ponto de vista técnico, o estudante deve propor-se a desenvolver uma coordenação e equilíbrio entre as duas mãos; resistência e velocidade. Por isso, torna-se fundamental a prática dos rudimentos.
No dicionário, rudimento é descrito como; "Elemento inicial, Princípio, Condição...". Os rudimentos são os primeiros passos e fundamentos da percussão em todo mundo. Você deve começar, aprendendo os rudimentos, desde os primeiros dias que comprar as baquetas. Se você quer realmente dominar a arte da percussão, não importando se você vai tocar caixa numa Banda Militar ou bateria numa Banda de Rock'n'roll, deve praticar os rudimentos!
Tipos de rudimentos:
* Paradiddle
*Single stroke (toque simples)
*Double stroke (toque duplo)
*Flam
*Drag
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Introdução dos Rudimentos
Ser bom em alguma coisa (especialmente em Bateria), geralmente não é fácil. Isso pode, às vezes, ser frustrante porque sua cabeça quer tocar coisas que seus músculos não conseguem. É aí que entra a paciência e a dedicação. Às vezes, você precisa repetir exaustivamente um exercício até que ele fique correto. Se você quer ficar bom, tem que PRATICAR!
Postura - você deve gastar algum tempo para ajustar o banco e a caixa numa posição confortável, que permita que você mantenha os braços e ombros completamente relaxados e a coluna reta. Na hora de comprar seu banquinho, não economize dinheiro. Escolha um modelo que ofereça maiores opções de regulagem. Não use cadeiras! As cadeiras são geralmente muito baixas e não permitem uma posição confortável da coluna (evite lesões e esforços desnecessários!).
Rebote – vamos começar com o conceito de rebote (Rebound Strokes). Se você jogar uma bola de "ping-pong" numa mesa, ela vai completar uma série de "pulos", até que perca a força. Para sustentar o movimento da bola, temos que golpeá-la novamente. Na bateria, a "pele" do instrumento se encarrega de fazer o rebote (retorno da baqueta). Quanto mais forte você golpear a pele, mais alto será o retorno da baqueta.
Vamos fazer uma experiência - mantenha sua mão direita aberta e com os músculos relaxados. Agora faça um movimento para os lados como se estivesse dando "tchau". Faça o mesmo movimento, porém, com a mão fechada. Perceba como o movimento ficou "duro", tenso. Quanto mais tensão você aplicar, mais lentos serão os movimentos e consequentemente as batidas (notas). Permaneça relaxado e use os movimentos dos pulsos e dedos, não dos braços. Estudaremos esses movimentos mais adiante.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Posição correta dos dedos para segurar a baqueta
É importante uma posição correta dos dedos, pulsos, antebraços e braços ao segurar a baqueta; para conseguirmos controlar o rebote e aplicarmos os movimentos de upstroke, downstroke e tap, assim como o flam e todos os outros movimentos usados na execução da bateria.
1º passo - segure a baqueta com o polegar e o indicador. Cada modelo de baqueta possui peso e dimensões diferentes. Por isso você deve descobrir o "ponto de equilíbrio" da baqueta, tocando na caixa e procurando obter o maior número de rebotes possível.
2º passo - agora feche a mão, fazendo com que os três dedos restantes encostem na baqueta sem agarrá-la. Apertar demasiadamente a baqueta apenas provoca tensão, o que trará dificuldades ao tocar os rulos e notas fantasma.
3º passo - para a mão esquerda simplesmente repita os mesmos conceitos da mão direita.
2º passo - agora feche a mão, fazendo com que os três dedos restantes encostem na baqueta sem agarrá-la. Apertar demasiadamente a baqueta apenas provoca tensão, o que trará dificuldades ao tocar os rulos e notas fantasma.
3º passo - para a mão esquerda simplesmente repita os mesmos conceitos da mão direita.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Dicas para um bom estudo
Não deixe que a ansiedade e a afobação de querer sair tocando tudo rápido, tome conta de você!
É necessário saber a diferença entre tirar e dominar um exercício. A independência virá ao longo do estudo. Por isso: repetição, repetição e mais repetição. Isso sim! Leva a perfeição e a um toque de precisão.
Quando surgir alguma dificuldade, em algum exercício, jamais deixe de lado! Persista sempre! Lembrando que isso serve para o nosso dia a dia.
No caso de ter pouco tempo para estudar, não tente fazer tudo em dez minutos! Faça apenas um exercício, nesses dez minutos! Para que possa memorizar! E ter consistência nele, adquirindo firmeza na hora de executá-lo!
Não deixe que a ansiedade e a afobação de querer sair tocando tudo rápido, tome conta de você!
É necessário saber a diferença entre tirar e dominar um exercício. A independência virá ao longo do estudo. Por isso: repetição, repetição e mais repetição. Isso sim! Leva a perfeição e a um toque de precisão.
Quando surgir alguma dificuldade, em algum exercício, jamais deixe de lado! Persista sempre! Lembrando que isso serve para o nosso dia a dia.
No caso de ter pouco tempo para estudar, não tente fazer tudo em dez minutos! Faça apenas um exercício, nesses dez minutos! Para que possa memorizar! E ter consistência nele, adquirindo firmeza na hora de executá-lo!
Lembre-se! Melhor estudar meia hora todo dia, do que 6 horas em apenas um dia da semana.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Quem é Diego Andrade?
Bem...!
Sou natural de Porto Alegre e tenho 26 anos, comecei a tocar com 14 anos de idade.
Iniciei meus estudos na escola de música Prediger, onde tive aulas teóricas e práticas!
Depois de algum tempo, passei a ter aulas particulares com o amigo e professor Rodrigo Ruschel, que foi minha grande influência no modo de tocar. Com ele surgiram outras grandes influências!
Tais como: Kiko Freitas, Dave Weckl, Dennis Chamber e por ai...vai!
Atualmente sigo meus estudos diários, com uma bateria de estudo, e também com a bateria convencional! Assim desenvolvendo cada vez mais, a técnica Moeller.
O que é técnica Moeller?
É uma técnica, que permite três toques para cada movimento! Também conhecida como a técnica de movimento circular. Essa técnica originou-se do ritmo da antiga marcha, e foi adaptada na bateria, pelos jazzistas!
Veja como funciona:
Bem...!
Sou natural de Porto Alegre e tenho 26 anos, comecei a tocar com 14 anos de idade.
Iniciei meus estudos na escola de música Prediger, onde tive aulas teóricas e práticas!
Depois de algum tempo, passei a ter aulas particulares com o amigo e professor Rodrigo Ruschel, que foi minha grande influência no modo de tocar. Com ele surgiram outras grandes influências!
Tais como: Kiko Freitas, Dave Weckl, Dennis Chamber e por ai...vai!
Atualmente sigo meus estudos diários, com uma bateria de estudo, e também com a bateria convencional! Assim desenvolvendo cada vez mais, a técnica Moeller.
O que é técnica Moeller?
É uma técnica, que permite três toques para cada movimento! Também conhecida como a técnica de movimento circular. Essa técnica originou-se do ritmo da antiga marcha, e foi adaptada na bateria, pelos jazzistas!
Veja como funciona:

O primeiro toque tem o nome Down, o segundo de Up e o terceiro de Tap.
É uma técnica que trabalha bastante com o rebote da baqueta! Sendo assim, é fácil de aplicalas em colcheias e tercinas.
Bem Vindos
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